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on terça-feira, 1 de julho de 2008 | 11 cousas
Estou mal! Muito mal. Há dias não sei o que é dormir mais de cinco horas diárias, não me alimento direito, sinto dores na coluna, os meus dedos estão com calos, as minhas pernas adormecem, a minha cabeça dói e o relógio fica na minha cabeça: tic tac tic tac.

Às vezes, o desespero toma conta de mim, me dá vontade de chorar, mas as lágrimas não têm ousadia de me encarar e cair. Lembro que chorar só vai me deixar mais fraca diante de mim mesma e tomar alguns minutos da minha concentração, que já se mostra exígua. Daí vou pra debaixo do chuveiro, encho uma xícara de café e volto para o meu pc, papéis, artigos, livros e dicionários.

Há dois meses, não sei o que é sair para me divertir ou ficar no msn despreocupadamente, acordar ao meio-dia, visitar amigos... O meu humor não tem sido dos melhores e todos levam patadas, sem merecimento. Tive meses para não deixar que esse vendaval acontecesse, mas me omiti diante da responsabilidade de fazer um trabalho acadêmico de valor. Os prazos foram minguando e, de repente, eu tinha o desafio justo de fazer mágica em um mês...

Mesmo sem merecer, os céus ouviram as minhas preces e os prazos voltaram a se esticar, para a alegria geral só minha não, mas de toda a nação de formandos do curso de comunicação da Universidade Federal do Maranhão. Primeiro dez dias, depois mais dez e depois maaais dez dias. Resultado: mais um mês de correria, compartilhamento de desespero por telefone e nicks desesperados no emiessiene. Algumas pessoas já nem falavam mais no nome da "bendita", só perguntavam: "e aí? como vai a tua?". Outros deixavam claro que o assunto era vedado, para não causar desentedimentos, frustrações e invejas. Já aqueles que dividiam os aperreios tinham a garantia que não estavam sozinhos no fundo do poço, gritando por uma corda.

Por duas vezes, pensei que houvesse concluído tudo e (in)esperadamente meu orientador dizia: "que tal inserirmos teórico fulano de tal?", "vamos aumentar o corpus da pesquisa". Entre coca-colas e mousses, nas tardes de orientação, eu me sentia bem em ter um orientador dedicado e muito mal em não conseguir fazer jus a tal dedicação. Queria mesmo era sair correndo e tomar um bom banho de mar. Ele dizia: "desse jeito, você não vai tirar um dez com louvor". E eu respondia: "louvarei muito, se eu tirar um sete e me formar. darei até dízimo."

Hoje, pela última vez, estou corrigindo e fazendo alterações naquela que tem sido motivo dos meus martírios e já nem tem mais nome. Até amanhã, ela será entregue na coordenação do meu curso. Certamente, de lá desço prum bar beber, cair e dormir. Sim, dormir muuuuuito até a próxima semana, quando defenderei a "bendita". Já não aguento mais. Eu só queria colo e uma boa massagem.


:(
on segunda-feira, 5 de maio de 2008 | 13 cousas
O grande lance é o seguinte: este vai ser o post mais tosco, desengonçado e inútil que eu já fiz.

É só pra avisar que não estou revoltada, nem triste, nem nada deprê, por ter colocado o Dos Anjos no post anterior. Na verdade, esse cara (Sim, Jô! Ele é o cara!) é um mestre da sinceridade ácida, apesar de ser mórbido. E, embora eu não goste tanto de acidez, eu gosto de sinceridade e de encontrar beleza onde ninguém acha que há, mesmo que seja na morbidez.

Bom, bom¹...eu não vim aqui para falar (só) do Dos Anjos; vim mesmo dizer que, pela milésima vez (blogueira antipática..eu sei!), vou dar um break para o comercial. Recebi uma notícia desesperadora, hoje, que aguçou a minha hiperatividade e a minha nonsense. A notícia qual é? Bem....TENHO UM MÊS PARA FAZER A MINHA MONOGRAFIA.

Eu sei, eu sei, eu seeeeeeeei que vocês estão cansados de me 'ouvirem' falar deste bendito trabalho...Mas é que eu sou formanda, pow! Relaxa aí e me dá um desconto, beleza?

Bom², como o tempo urge e a senhora irresponsabilidade aqui tem que pagar pelo erro de ter dormido no ponto, vou dizer até loguinho a vocês. Ó, céus! Mais dolorido que dar um até logo a vocês, é deixar o Lunaticidades às moscas. Droga! Droga!

Bom³, eu espero mesmo é que esta paradinha tenha uma utilidade pública, como a formação de uma nova jornalista (mas qual é a utilidade pública mesmo do jornalista? huhu). E, para isso, eu conto com as rezas, as orações, as macumbas, tuuuudo que vocês puderem fazer pra torcer por mim, ooooookk?? Caso eu volte e eu não tenha conseguido concluir a mono a tempo, podem acreditar que eu volto para dizer adeus definitivo, porque eu vou cortar os meus pulsos com papel. :'(

Ahhhhhhh...outra coisa: o meu aniversário é no dia 23 de maio! PODEM (no sentido de DEVER, ok) vir me dar os parabéns, senão ninguém ganha bolo. Rum! E mais uma coisa!!! Passem lá no Coisas Nossas e expliquem às meninas o porquê do meu desaparecimento, para ver se elas me perdoam e não me demitem, ok? =/

Beijoooooooooosssssssss e fiquem com as moscas! xD

on terça-feira, 12 de fevereiro de 2008 | 10 cousas
Bom... Passado o desespero do parto de uma fundamentação teórica, venho agradecer a solidariedade daqueles que (não) me enviaram trocentos e-mails com o texto da minha vida! Certamente, a página de agradecimentos pela generosa participação de vocês na minha mono vai bombar. Taí! Vou fazer isso: os incluírei nos agradecimentos. Aliás, farei melhor... bem melhor. A partir de agora, teremos o momento Diário de uma Monografanda.

Essa idéia é similar ao Diário de um Doutorando (sou tão original), só que num grau menor, né?! Desce, Luca! Desce... Você ainda está quereeeeendo a graduação. Pois bem! Não se preocupem que eu não vou rotinar o Lunaticidades à minha produção monográfica. Só virei, de tempos em tempos, escarrilhar em vocês as minhas cargas emocionais, assim como o fiz para criar a fundamentação.

A propósito, deixa eu contar pra vocês a loucuuuura... Consegui, com as óóótimas (hum...hum) energias de vocês, concluir o meu projeto. Nossa! Foi um corre-corre! Meu pc não quis ligar, depois não consegui encontrar lan house aberta pra imprimir o trabalho e, depois que encontrei, meu mp3 não funcionou... Enfim, como disse o meu professor, 'quando o negócio é monografia, os céus conspiram contra o pobre universitário'. Por isso que vou começar a guardar as minhas produções em cofres, nos miliquinhentos e-mails que possuo, até na barriga da minha cachorra, se possível. Tudo para não perder o material. Aff!

Mas, agonia passada, graças a Deus, de agora em diante, me chamo Luca Lévy. Como bem lembrou a Paty, tratar de blogosfera requer uma relação muito íntima com o gato Lévy. Sim, sim. Ele é gateeeñññño... Eu jurava que ele fosse morto, afinal, teórico que é teórico tem que ter nascido morto para ser respeitado. Mas não. Certa vez, assisti a gravação da participação dele no Roda Viva, da antiga TVE, e me espantei com um quarentão esnobe e charmoso. Ai, ai. Só em pensar que dormirei, acordarei, passarei meus dias e as minhas noites com esse homem... Ui, ui!

Pois bem! Capítulos novos sobre a minha vida de estudante universitária responsável virão por aí. Enquanto eles estão apenas sendo projetados por um futuro incerto, ao qual ainda não me conciliei, vou tentar tirar a poeira daqui. Tenho memes e selos espalhados por aí e preciso ir buscá-los antes que resolvam dá-los a outrens (nem ousem!! grrr...). Mas farei isso depois. Agora, preciso procurar a melhor lingerie para dormir com o meu amor Lévy...Tchau, povo!

on domingo, 10 de fevereiro de 2008 | 15 cousas

Vocês são legais, que eu sei. São tão legais, que eu vim descarregar as minhas dores musculares em vocês. Ai, costas; ai, mãos; ai, dedinhos; ai, cabeeeeça! Nossa! Estou me sentindo a própria dor personificada. Quem me dera ter uma massagem, neste momento... Não, melhor! Quem me dera ter alguém que dissesse: Luca, deixa que eu concluo o teu projeto; e fizesse uma puuuta fundamentação teórica, sobre o jornalismo opinativo na blogosfera.

Ôpa! Desculpem a expressãozinha chula, mas eu estou chula mesmo. Desculpem a sinceridade, mas é isso. Aliás, não me desculpem porcaria nenhuma. Não foram vocês que tentaram atravessar a madrugada fazendo um projeto experimental ou que estão até agora tentando concatenar ou, como diria Alberto, amarrar o objeto de pesquisa. Sou eu! Eu, eu, eu, eeeeeeeu...buáááá...snif, snif.

Ó, céus! Depois de quatro anos e meio de faculdade, estou sendo forçada, em um semestre, a aprender tudo aquilo que eu troquei pelas farras. Por que eu não fui careta e disse a mim mesma que o grande lance era ser nerd e não ser doidivanas e que esse papo de "vamos curtir o agora, porque do amanhã eu não sei" é pura conversa fiada de vagabundo? Por que eu não prestei atenção para as aulas de técnicas de projeto experimental, em vez de abandonar a disciplina?

Agora, estou aqui, martelando a minha cabeça para fazer uma fundamentação teórica, prum povo que nem vai analisar o projeto para ser aprovado. Mas eu tenho que fazer, afinal de contas, é o pontapé inicial para as minhas reflexões acerca do tema. É! E também preciso entender que, após tanto mudar de tema, arranjei um orientador fudendo e não posso decepcioná-lo! Já pensou com quê cara de arrependimento ele vai ficar, se teu projeto também não ficar fudendo, Luca?!?

Ô, consciência! Deixe-me em paz! Tu quer aparecer agora, só porque estou sóbria? Tu não quer tomar um chopp comigo, não?!? Êpa! Parooouuu... Luca, Luca! É só uma fundamentação teórica. Sabe o quê tu faz, meu amor? Você inicia seu texto com uma enormissíssima citação, daí tu reflete aquela citação, com fonte 14, espaçamento triplo e pronto: uma fundamentação da porra!! Shiiii... Isso está tooootalmente fora dos padrões ABNT-ísticos! Nada disso... Vou descarregar a minha carga emocional no travesseiro, depois eu volto e vai ter um texto pronto no meu e-mail. Por quê? Por quê? Porque eu tenho uns amigos blogueiros que são do caráleo e que vão enviar a porra do embasamento teórico, né isso, rapaziada? Digam que sim! Digam que sim!!!

Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhh...

TPM

on segunda-feira, 7 de janeiro de 2008 | 10 cousas
São duas horas e cinquenta e um minutos da madrugada. Eu não estou com insônia e nem acabei de chegar de uma 'noitada'. Estava mesmo corrigindo a monografia de uma amiga há pouco mais de duas horas. São 46 folhas até o momento e corrigir uma monografia não é um processo fácil, senão muito cuidadoso; afinal o monografando intercala a escrita com a pesquisa, com as conversas com o orientador e, em um determinado momento, pode ter um texto incoerente.

O trabalho da minha amiga está ficando muito bom. Ela fala das influências sociais, culturais, políticas, literárias e até psicológicas sobre as letras de músicas de um compositor maranhense. Tive uma sensação boa ao ler a monografia dela, porque senti como fosse minha. Estou torcendo por ela, na sua defesa até a semana que vem, e sei que o nervosismo vai começar a refletir nos ânimos daqueles que a rodeiam.

No semestre passado, eu cheguei a me inscrever no TCC, mas acabei desistindo do tema, da orientadora; depois fui para outro orientador e desisti também do tema que trataria com ele e, hoje, estou esperando o 'oquéi' de um terceiro professor para o tema que recém escolhi. Farei do meu trabalho para conclusão de curso um passaporte para o mestrado, por isso penso terem sido válidas as dispensas dos temas anteriores.

Agora, tenho até o dia 20 deste mês para dar entrada, de vez, ao projeto monográfico. Assim como eu, outros amigos estão na corrida. Engraçado é que o assunto, a angústia, a ansiedade, os livros e até os nicks de nossos emiessienes são voltados para a MONOGRAFIA. É um tal de: "Tu já definiu teu tema?", "Quem vai ser teu orientador?" ou, então, Fulano - Na monografia! titulo para imagem, para caso ela falhe e não apareceça
A minha mãe me vê corrigindo uma monografia e vai logo dizendo: "É bom, porque assim tu já vai aprendendo a fazer a tua." É, mamãe. Vai nessa! O povo acha que seja tão fácil assim delinear um campo de pesquisa, delimitá-lo, destrinchá-lo, escrevê-lo e ainda enfrentar uma banca. Ó, céus! Acho que já estou sentindo os sintomas... Ô, terror essa TPM - Tensão Pré-Monografia.
on terça-feira, 18 de dezembro de 2007 | 6 cousas
Bem, gente! Como eu deixei subentendido no post "Como estou?", eu ando tired. Tired e mais ainda busy. Estou busy e dazed. Enfim, estou stressed mesmo. Basta vocês darem uma olhada para a minha escrivaninha acima e terão a noção do caos que está o mundo da Lua...

Às vésperas do recesso, alguns professores querem adiantar o fim do período para prolongarem as suas férias, outros querem entupir os estudantes de trabalhos para dizer que estão com toda a garra, após o período de greve, e a nós, animadíssimos universitários, cabe o papel de cobaias da loucura humana. Até quinta-feira, tenho que entregar uma matéria de cultura (pendente há cinco dias) e a diagramação @#$% de uma tal editoria de política, além de um maldito trabalho sobre Semântica.

A propósito, alguém entende de Antítese aí? Não riam. É sério! Me add no MSN!!:/ Ah, como esse troço de Licenciatura estressa! Parece que estamos eternamente no Ensino Médio. ¬¬'

E isso tudo sem levar em consideração que estou tentando cuidar da minha monografia. Ah, falando nisso, farei monografia sobre blogs. Que tal? Alguém quer ou pode (melhor) me ajudar? É simples. Basta comprar alguns livros sobre blogosfera e educomunicação e mandar tudo para mim. É que aqui, em São Luís, encontrar livro bom é difícil. Mesmo na feira do livro, foi difícil. O meu amigo, convencido por mim a fazer estudo sobre blogs também :), comprou dois livros. Para completar a nossa bibliografia, fui em busca de livros hoje e só tinham os títulos já adquiridos por ele. A menina da livraria ainda veio me dizer que as editoras fecham pedidos nesta temporada. E a minha mono? :-O Pôxa! Sem orientador, sem livros...Ai, ai, ai. Essa monografia vai sair, nem que o carinha do Diário de um Doutorando tenha que assiná-la. É, na angústia por ouvir vozes experientes acerca da blogosfera, acabei enviando e-mail a ele pedindo socorro. Rs. Ainda bem que, hoje, consegui dar fim à saga do carregador de pilhas para a Luluquinha. \o/

Ufa! Falei demais, né? Esse parangolé todo é para dizer que vou desaparecer por uns tempos (cof, cof, cof) para dar viabilidade a estes fenômenos sobrenaturais. Não se preocupem, pois não ficarei afastada por muito tempo. No máximo, alguns segundos. Hehe. Sem brincadeira, preciso arejar a minha cabeça com as Antíteses da vida, senão eu fico crazy. Enquanto isso, dêem uma piscadela no Ralados. ;)
My Unkymood Punkymood (Unkymoods)
on segunda-feira, 3 de dezembro de 2007 | 13 cousas
Atormentação, parte I:

Budunhus:
é melhor eu largar esse curso, credo!
Luca:
hehehe
Luca:
tenhamos calma
Luca:
sabe?!? acho q tu precisa fazer ioga
Luca:
té muito tenso meeeesmo
Budunhus:
aí que vou parecer um louva - deus
Luca:
mas vai reduzir as rugas
Budunhus
quero ler, quero ler, quero ler
Budunhus:
me vende uma monografia
Luca:
hum...
Luca:
pera...já já

Atormentação, parte II:

Quiabo:
tô com mono e dois projetos de pesquisa
Luca:
vc precisa disso pro seu curriculo
Luca:
por favoooorrrr
Quiabo:
não consigo sentar
Luca:
sim, Quiabo
Luca:
adia a mono
Luca:
quero deidicar-me exclusivamente a mono
Luca:
mas não deixa os projetos, ouras
Quiabo:
ow, amiga
Quiabo:
mas, eu tô sem pique
Quiabo:
primeiro, pq é a primeira vez que participo disso
Luca:
bota a porra dessa mono pro próximo semestre
Quiabo:
nem sei por onde começar
Luca:
tu vai te arrepender, menina
Quiabo:
ainda tem os dois estágios
Quiabo:
eu não sou gente a noite
Quiabo:
tô forçando a mente pra ficar lendo até meia-noite no mínimo
Quiabo:
mas, eu não assimilo nada
Quiabo:
ain, amiga
Quiabo:
me ajuda a decidir o que fazer
..................................................................

Eu também quero atormentar. :(

Creative Commons License
on domingo, 2 de dezembro de 2007 | 5 cousas
A Volta, de Yole Travassos

É! Voltei. Voltei e o post abaixo foi só para refrescar a mente (=D). Hoje, encerrou o Seminário Mercado, Mídia e Alienação na Sociedade Pós-Moderna. Serei sincera que eu estava mais interessada no certificado que receberia para fazer meu Curriculo Lattes 'latir' (brincadeirinha), do que no próprio evento e, de certa forma, não me frustrei exatamente por não ter criado expectativas. Ao contrário do meu amigo, que está fervendo a sua monografia e necessitava aprofundar seus conhecimentos em Pós-Modernidade. E, olha, que ainda o avisei que a palavrinha 'Pós-Moderna' no título do evento era apenas para demarcar tempo/espaço e nada mais. Tanto que o primeiro palestrante foi bem direto ao definir o termo (Moderno velho com roupagem nova e mais grosseiro) e os demais apenas evocaram a era para ilustrar o neo-liberalismo.

Mas também serei sincera que o início do primeiro dia me deixou motivada a, finalmente, dar o pontapé inicial para a minha pesquisa monográfica. Os organizadores do evento são de um Instituto de pesquisa da Filosofia da Educação e de uma Ong, que trabalha com jovens comunicadores. Os jovens são do interior do estado e da própria capital. O trabalho desenvolvido com eles está diretamente ligado à educomunicação, exatamente, a área para a qual prestarei provas para entrar no mestrado. Ah, não vejo a hora desse grande dia chegar. Me formo (Deus quer), em junho; faço as provas, em outubro; descanso até fevereiro e parto de vez para São Paulo, antes de março. É, só poderei zarpar daqui, em 2009. Enquanto isso, vou pesquisando, estudando e procurando outro trabalho. Pois é. A partir da semana que vem estarei sem estágio, mas até que não estou lá preocupada com isso, porque sempre me viro.

Mas, voltando ao Seminário...Na manhã do segundo dia, tivemos a oportunidade de ouvir um psicanalista. Essa parte foi muito boa. Ele falou sobre a relação libidinal do sujeito com o outro e do gozo compatível ao sofrimento. Tudo na linha de Freud e de Gramsci (socialismo). Na parte da tarde, dois jornalistas fizeram uma mesa redonda, que me deixou, literalmente, tonta com as informações nada novas que eles traziam para o debate. No dia seguinte, participamos de uma oficina, onde trabalhamos o vídeo, como ferramenta pedagógica. Tudo bem que eu tinha me inscrito na oficina de impresso, mas a preguiça (domingo, dia de ficar na cama...) de descer para a outra sala foi tão grande, que acabei ficando por lá mesmo.
A propósito, no final da oficina, a oficineira colocou o filme Anjos do Sol, para rodar por 30 minutos. Eu assisti a esse filme há três meses, durante o projeto 'Direitos Humanos da Criança e Adolescente: Respeitar para Difundir', da Agência de Notícias da Infância Matraca. E hoje ele teve um impacto maior sobre as minhas sensações, exatamente, por já tê-lo assistido. Me angustio com cada cena, com cada expressão facial da personagem principal, embora seja só um recorte da realidade dentro da ficção. Eu não vou repetir as críticas que eu tenho a respeito aqui. Repetir, porque, na primeira vez em que assisti, escrevi sobre no meu outro blog. No outro post, colocarei o texto na íntegra, ok?!

...

Pronto! Fiquei sem palavras agora... :( Ah, se alguém aí tiver material sobre educomunicação, por favor, entra em contato comigo!!!!