

Ela não gostava de pular corda, só de se jogar na chuva. Sentia cada gota explorada pelo riso e ria-se de ser dona do mundo. Nada poderia detê-la. Não era inconsequência, era a infância plena e ingênua. 

Expurgando a luta sindical/profissional pelo diploma de jornalista e se atendo à função primeira e quase técnica daquele profissional - tradutor multilinguístico da realidade -, podemos considerar o blogueiro uma nova interface do jornalista tradicional.
Surgida a partir do "meu dia foi assim", a blogosfera vem se configurando como um extenso reduto da informação jornalística, numa cadeia irrupta de fontes para as mídias tradicionais. Hoje, o público, que já queria se manter informado com o advento do computador pessoal, não ousa ficar calado e na mera posição de receptor, aumentando o nicho de emissores.
Pessoas normais passam a produzir notícias e vigiam a conduta da mídia tradicional, permitindo-se publicar e espalhar, em fração de segundos, contra-respostas aos sistemas de sociedade política, economia e de cultura.
É certo que nem todo blog faz jornalismo, mas todos fazem parte daquilo que Clóvis Rossi denomina de Jornalismo: "fascinante batalha pela conquista das mentes e corações dos seus alvos".
Os blogs são exemplos de um novo jornalismo, onde a desintermediação equilibra o poder da tomada da comunicação e a pauta vira um extensor de vozes dinâmicas.
Só por contentamento de curiosidade, o dia do blogueiro é 20 de março! xD
Bom... Passado o desespero do parto de uma fundamentação teórica, venho agradecer a solidariedade daqueles que (não) me enviaram trocentos e-mails com o texto da minha vida! Certamente, a página de agradecimentos pela generosa participação de vocês na minha mono vai bombar. Taí! Vou fazer isso: os incluírei nos agradecimentos. Aliás, farei melhor... bem melhor. A partir de agora, teremos o momento Diário de uma Monografanda.Essa idéia é similar ao Diário de um Doutorando (sou tão original), só que num grau menor, né?! Desce, Luca! Desce... Você ainda está quereeeeendo a graduação. Pois bem! Não se preocupem que eu não vou rotinar o Lunaticidades à minha produção monográfica. Só virei, de tempos em tempos, escarrilhar em vocês as minhas cargas emocionais, assim como o fiz para criar a fundamentação.
A propósito, deixa eu contar pra vocês a loucuuuura... Consegui, com as óóótimas (hum...hum) energias de vocês, concluir o meu projeto. Nossa! Foi um corre-corre! Meu pc não quis ligar, depois não consegui encontrar lan house aberta pra imprimir o trabalho e, depois que encontrei, meu mp3 não funcionou... Enfim, como disse o meu professor, 'quando o negócio é monografia, os céus conspiram contra o pobre universitário'. Por isso que vou começar a guardar as minhas produções em cofres, nos miliquinhentos e-mails que possuo, até na barriga da minha cachorra, se possível. Tudo para não perder o material. Aff!
Mas, agonia passada, graças a Deus, de agora em diante, me chamo Luca Lévy. Como bem lembrou a Paty, tratar de blogosfera requer uma relação muito íntima com o gato Lévy. Sim, sim. Ele é gateeeñññño... Eu jurava que ele fosse morto, afinal, teórico que é teórico tem que ter nascido morto para ser respeitado. Mas não. Certa vez, assisti a gravação da participação dele no Roda Viva, da antiga TVE, e me espantei com um quarentão esnobe e charmoso. Ai, ai. Só em pensar que dormirei, acordarei, passarei meus dias e as minhas noites com esse homem... Ui, ui!
Pois bem! Capítulos novos sobre a minha vida de estudante universitária responsável virão por aí. Enquanto eles estão apenas sendo projetados por um futuro incerto, ao qual ainda não me conciliei, vou tentar tirar a poeira daqui. Tenho memes e selos espalhados por aí e preciso ir buscá-los antes que resolvam dá-los a outrens (nem ousem!! grrr...). Mas farei isso depois. Agora, preciso procurar a melhor lingerie para dormir com o meu amor Lévy...Tchau, povo!

É carnaval. As pessoas nas ruas riem, a vida está boa. Não se atentam para mim, quando passo pela roda de copos, pela roda de corpos... corpos limpos pela alegria, todos sujos pelo acaso do porvir. *Trecho de As cismas do destino, de Augusto dos Anjos



No semestre passado, eu cheguei a me inscrever no TCC, mas acabei desistindo do tema, da orientadora; depois fui para outro orientador e desisti também do tema que trataria com ele e, hoje, estou esperando o 'oquéi' de um terceiro professor para o tema que recém escolhi. Farei do meu trabalho para conclusão de curso um passaporte para o mestrado, por isso penso terem sido válidas as dispensas dos temas anteriores.


Querido 2007,
Querido amigo, estou começando a ficar louca. Rasgo-me toda de ansiedade para falar contigo, quando me sinto inútil e a frequência com que isto acontece é ininterrupta. Tento te resguardar das minhas insanidades, mas tu já estás ficando murcho de tanto consumir as minhas reclamações. Ainda assim, te agradeço não só por aturares as minhas diversas faces mas também porque de nadas reclamas. Aturastes o meu ano com zelo e não me traístes, assim como não te aborrecestes em momento algum. Ó, querido... Mesmo assim, eu sou má.
Ela era apenas uma menina, com o corpo saliente de mulher e com o olhar atormentador. Ele tinha mais de vinte anos, andava fora do mundo e seus sentimentos eram pardos.Às vésperas do recesso, alguns professores querem adiantar o fim do período para prolongarem as suas férias, outros querem entupir os estudantes de trabalhos para dizer que estão com toda a garra, após o período de greve, e a nós, animadíssimos universitários, cabe o papel de cobaias da loucura humana. Até quinta-feira, tenho que entregar uma matéria de cultura (pendente há cinco dias) e a diagramação @#$% de uma tal editoria de política, além de um maldito trabalho sobre Semântica.
A propósito, alguém entende de Antítese aí? Não riam. É sério! Me add no MSN!!:/ Ah, como esse troço de Licenciatura estressa! Parece que estamos eternamente no Ensino Médio. ¬¬'
Um dia desses aí Alberto veio aqui em casa (pentelhar) e resgatou entre os papéis imados ao meu monitor um que tinha uma fala do estudante revoltado da novela das oito. É, das oito! O horário de verão possibilita parte do país ser coerente com o jargãozito 'das oito'. O papel era para eu lembrar de fazer um post, mas eis que eu nunca o fiz e, hoje, assistindo ao filme Menina de Ouro, exibido na globo, me detive à fala da personagem principal. A fala, em exato, eu não recordo, mas era referente à conquista do topo.
De segunda a sexta-feira, eu tenho uma grande missão. Uma missão que, se em outros tempos seria só para o Tom Cruise, hoje eu faço na manha. Quer dizer, faço manhando. Sim, ir pra UEMA todos os dias da semana é pra quem realmente está com um tempinho vago e quer reutilizá-lo em prol do 'desatraso', coisa de moi. Mas eu não vou negar que a minha relação com a universidade estadual continue antipática. Até mamãe fica surpresa com a minha disposição em sair de casa para ir pra lá sem reclamar, não sabendo que faço isso mais por ela, do que por mim. Sério! Esse meu lance de "eu lutei muito para conquistar a minha vaga, por isso vou terminar esse curso, nem que seja na marra" é 'conversa pra boi dormir'.
Post retirado do Blog dos Toscos e Ralados na Net *Q
uem nunca ouviu ou disse pelo menos umazinha dessas frases que atire uma pedra na cabeça do primeiro que passar à sua frente ou, então, que jogue o PC, no qual está lendo todo esse besteirol filosófico, no chão.Como eu sei que você não é tão insano a ponto de não ter refletido sobre quaisquer questões semelhantes a essas, assim como não ter jogado uma pedra na cabeça do primeiro que passou aí perto ou, ainda, ter jogado o PC no chão, vou logo afirmando que você é normal. Viva!!!
Mas sim, diante dessas questões, você conseguiu chegar a uma resposta? Não? Sim? Uhm...Sei, sei. É difícil, né? É, é difícil sim. Então, que tal sairmos daquela conexão discada com a mãe natureza, onde olhamos as formiguinhas para perceber o quão grandes elas são com sua invejada organização, olhamos para o mar para perceber o quão pequeninos são os nossos problemas, sentimos o balançar dos cabelos com o vento para perceber que nem tudo pode cair e outras coisas que são D-I-V-I-N-A-M-E-N-T-E MARAVILHOSAS? Aceito? Aceito sim, oras. Agora se sinta numa conexão velox (mente) partindo para uma página ‘agatêeliemi-zada’ pelos homens, na qual estão aquelas coisinhas que você costuma CONSUMIR, mas não as louva, como louva o mar, o vento, as formiguinhas, as árvores e etc. Que coisas são essas? Você ainda não conseguiu alcançar a proeza do que são essas tais criações humanas que devem ser respondidas como a razão de viver, como a missão na terra e todas as outras respostas que você sempre quis encontrar e você pode comprar com uns simples reaizinhos? Aff...pelo jeito, sua conexão não é velox!
Então, morre, disgranha! Você não é digno de olhar as formiguinhas, nem o mar e nem de sentir a brisa leve de um vento. Você não é um bom cristão, que sabe dar valor ao seu irmão americano (do norte) que criou a COCA-COLA e ao seu irmão americano (central: maias e astecas) que criou o CHOCOLATE. Putz! Será que há coisa melhor na vida que uma COCA-COLA gelada após o almoço? Ou um CHOCOLATE como sobremesa? [nada de respostas eróticas e/ou pornográficas, ok? hehehe] Ih...você deve estar dizendo neste momento: “ela enlouqueceu, é uma consumista. Os ossos de Karl Marx estão correndo do túmulo” Mas eu digo que Marx era um bocó. Não sabe que ‘com dez reais podemos pagar a entrada no cinema, comprar uma booooa COCA-COLA e um boooom CHOCOLATE' (frase de Presuntinho) e ser feliz para sempre. Karl deve ter morrido de inveja da gente, assim que Nostradamus baixou nele e viu que no futuro teríamos a felicidade de assumir: "o ser humano é, essência e naturalmente, capitalista!"
Vivas aos Americanos!!! VIV-A-A-A-A-A-S-S-S-S!!!! \o/Viva você também, agora, sabendo o porquê de estar vivendo e qual a sua missão na terra: se deliciar com a COCA-COLA e com o CHOCOLATE!
